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PLC 6784-2016

Permitirá que a trabalhadora falte ao trabalho, por até 3 dias por mês, durante o período menstrual e depois compense as horas não trabalhadas.

Este projeto de lei permitirá que a trabalhadora falte ao trabalho, por até 3 dias por mês, durante o período menstrual. O empregador poderá exigir a compensação das horas não trabalhadas.

De acordo com o deputado, este projeto de lei tem a finalidade de beneficiar as mulheres trabalhadoras que são obrigadas a trabalhar com todos os incômodos da menstruação. Ainda, segundo o deputado, esta medida também trará vantagens para as empresas, já que contarão com a força de trabalho feminina no melhor nível de produtividade.


Votos dos cidadãos

128 votos, 29 sim, 99 não

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MasculinoFeminino

Classificação do cidadão para este projeto

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12 comentários

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Herbert Da RochaNão

mulher não quer igualdade, então que trabalhe igual

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DANIEL ROMEIRONão

Parece-me que tantas licenças concedidas às mulheres, na verdade, são uma manobra misógina: à medida que os direitos só crescem no sentido das ausências remuneradas, chegará o dia em que ninguém suportará o alto custo para contratar mulheres.

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Bianca LopesSim

Tem gente esquecendo de ler "o empregador poderá exigir a compensação das horas não trabalhadas".

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Gian CarloNão

Apenas um jeitinho para amenizar o absurdo.

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Bianca LopesSim

Flexibilizar o horário de trabalho é absurdo agora? Todas as empresas mais modernas (startups) e renomadas do mercado (Google, Yahoo, Unilever, Bosch...) fazem isso.

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DANIEL ROMEIRONão

Imagina a mulher que já exerce a jornada de 44h semanais, em que horário ela compensará? Interessa, à maioria das empresas, oferecer essa compensação que excede o horário comercial? Some às demais ausências remuneradas já conquistadas e você verá uma grande possibilidade de desestruturação da empregabilidade feminina, pois, nesse rumo, tornar-se-á economicamente inviável a contratação de mulheres.

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Bianca LopesSim

Economicamente inviável por que se não há prejuízos para o empregador? A mulher vai repor o horário, não é ausência remunerada.
Várias empresas do exterior já adotam essa prática (inclusive já é lei em países como Japão e Indonésia). Inclusive quando trabalhei fora, tinha a possibilidade de fazer o serviço de casa nesses períodos para não precisar repor o dia, já que ao trabalhar deitada (em uma cama ou um divã) o ventre relaxa, amenizando as dores das contrações uterinas. Fora dessa condição, é impossível cumprir as demais atividades do dia com a mesma qualidade. O resultado era positivo para todos, tanto para mim, que não perdia o dia de trabalho, quanto para a empresa, que não perdia a minha produtividade.
Além disso, vale a pena forçar alguém que está passando mal a trabalhar porque "não é interessante pra empresa"?

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Daniel GravinaNão

Vagabundice

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Marcel Kimura

Deixarei para as mulheres votarem. Só a mulher sabe os contras da menstruação. Homem nenhum deveria votar nesse projeto.

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Vittorio Machado Lo BiancoNão

Sem noção !!!

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Alexandre Giannini

Não posso opinar, afinal não sofro cólicas. Mas se fosse aprovado, as empresas não deixariam de contratar mulheres, em virtude de faltas?

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angelica cNão

Nao acho necessario. Ja existe a licença medica em caso de doenca ou dores causadas pela colica. Existem medicamentos para colica. Quem sofre de colicas cronicas pode pedir um atestado medico comum.